Os principais partidos políticos reagiram em comunicados aos últimos acontecimentos no país.
Na quinta feira o Presidente da Transição da República, Horta Inta-a comvocou a Comissão Nacional de Eleições, CNE, o Conselho Nacional de Transição e o Governo numa auscultação tendo como pano de fundo o horizonte eleitoral de 6 de Dezembro que vem.
A Secretária Executiva adjunta da CNE, Felisberta Moura Vaz, afirmou que é impossível realizar eleições sem um recentemente de raiz tendo em conta a revisão da lei eleitoral que reduziu o número de deputados de 102 para 65 e a diminuição dos círculos eleitorais de 29 para 12.
O primeiro ministro e ministro das Finanças, Ilídio Vieira Té, afirmou que não há condições materiais e financeiras para a realização das eleições gerais ( presidenciais e legislativas) no dia 6 de dezembro.
O segundo vice presidente do Conselho Nacional de Transição, Nelson Moreira, limitou_se a dizer que aconselharam ao Presidente da Transição da República e declinou revelar o conteúdo da conversa.
Enquanto isso, partidos políticos, que não foram chamados para essa consulta política do Presidente da Transição da República aproveitaram através de comunicados expressar as suas posições.
PAIGC liderado por Domingos Simões Pereira e seus aliados pediram adiamento das eleições e a assinatura de um pacto de estabilidade com os militares.
O Partido dos Trabalhadores liderado por Botche Candé elogiar Horta Inta-a, o primeiro ministro e o Alto Comando Militar.
A Assembleia do Povo Unido, Partido Democrático da Guiné-Bissau, APU PDGB apelou adiamento das eleições, o regresso de todos os líderes políticos que se encontram, neste momento, no exterior e a formação de um governo de unidade nacional inclusivo.
O governo do Senegal, país que CEDEAO indicou para mediar o conflito político institucional da Guiné Bissau mostrou_se preocupado quanto aos últimos acontecimentos de impedir o regresso de Sissoco Embaló ao país e o possível adiamento das eleições gerais.
A CEDEAO, a partir de Abuja, na sua sede, emitiu um comunicado reiterando o seu contínuo acompanhamento e apoio às autoridades da Guiné-Bissau para o retorno à ordem constitucional.
O antigo presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, na sua página oficial, apelou aos militares que o aguardavam para devolverem equipamentos, materiais e documentos às atuais autoridades.







