O projeto da Constitucional aprovado pelo Conselho Nacional de Transição foi apresentado hoje, quinta feira, 13 de agosto, numa das unidades hotelarias, em Bissau, pelo Conselho Nacional de Transição.
O segundo vice presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), Caramba Sanhá e concomitantemente coordenador da campanha de informação e sensibilização para o voto sim da entrada em vigor da nova constituição assegurou que vão fazer campanha para o Referendo pelo sim.
Pelo sim para a paz. Pelo sim para o desenvolvimento do país. Pelo sim para o entendimento entre os guineenses.
Pelo para se evitar conflitos de coabitação entre titulares dos órgãos de Estado (Presidente da República, Assembleia Nacional e Primeiro _Ministro) disse para anuncia que a campanha de informação e de sensibilização que hoje se inicia em todo o território nacional vai decorrer durante duas semanas a partir de hoje e termina, sexta feira, dia 28 deste mês.
Os membros do Conselho Nacional de Transição visivelmente optimistas, durante a cerimónia, garantiram que vão ter pessoal em todo o território nacional ao lado das organizações de cidadãos legalizados no STJ para promoverem o voto sim.
Momentos antes desta cerimónia da CNT, a presidente da Comunicação Nacional de Eleições, CNE, Dra Carmem Isaura Tavares Baptista Lobo em conferência de imprensa no seu gabinete de trabalho apelou aos guineenses a fluírem às urnas no dia 30 de agosto para exercerem seu direito de voto.
Presidente da CNE lembrou aos guineenses que votar é um direito que assista aos cidadãos de um forma livre, sem pressão ou coação.
Dra Carmem Isaura Tavares Baptista Lobo exortou aos cidadãos eleitores a fazerem desse Referendo uma festa de democracia.
As autoridades de transição pretendem, através do referendo, submeter à validação popular a proposta de nova Constituição aprovada pelo Conselho Nacional de Transição.
Recorde- se a nova Constituição da República foi aprovada, por unanimidade pelos 65 membros do Conselho Nacional de Transição em janeiro de 2026.
Os cidadãos eleitores guineenses são chamados a pronunciar-se sobre a entrada em vigor da nova constituição da República.
Entretanto, o Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, ontem em conferência de imprensa, criticou de uma forma severa a realização do referendo que ele considerou ” ilegal”.
Para Turé a realização do referendo só teria sentido se fosse feito após a realização das eleições gerais (Legislativas e Presidenciais) agendadas por decreto presidencial para o dia 6 de dezembro próximo.







